terça-feira, 3 de junho de 2014

Rasuras #3



Por hora, o sangue me sepulta as cinzas e areias
Dos universos que colhi e das pirâmides que no caos enterrei
Soterrando o tédio que a tortura de sua ausência me traz
E me afogaria os dias ver-te afogar em minhas próprias águas profundas
Criadas pela falsa liberdade que me priva da escolha de nadar.

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