Palavras. Palavras importantes ou sem significado nenhum, palavras forjadas sem valor algum, mas acima de tudo: palavras. Palavras minhas. E eu sou ninguém.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Rasuras #4
Aceitei as escolhas que fiz no momento em que as fiz. Tudo o que vivo agora não passa de consequências. Fumaças das cidades que queimei. Oportunidades se desfazendo como a neve que se esvai com a chegada da primavera. Mansa, calma e quando se percebe pronto, se foi.
Os ventos frios que me guiam neste caminho solitário com a promessa de um final recompensador me levaram a aprender que tudo muda. A adaptação é essencial em um mundo de camaleões, em um mundo de alegrias e cores que camuflam a uniformidade cinza que a realidade se tornou.
Só peço que não confunda adaptação com falsidade, amigo. Nem todas as falsas verdades são necessariamente mentiras.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Muito bom...
ResponderExcluirObrigado, meu caro.
Excluir