terça-feira, 6 de maio de 2014

Rasuras #1

Vivo no inferno que eu mesmo criei.
Pereço nas verdades que eu mesmo esqueci.
Podridão, a vida se torna, não se transforma.
O que creio ninguém vê, em mim se esfola.

Na esperanças de que entendas não tive sucesso, lhe peço:
Não deixe a flor murchar, pois a tento tratar tão bem...
Sei que posso não ser o melhor dos jardineiros por aí,
Mas nunca amei tanto este jardim que contigo construí.

Assassina-me todos estes estranhos momentos
De mal-entendido e confusão por não saber o que dizer.
Logo eu que sempre quis o melhor de mim e sucesso ter
Em confiar nos dias e noites em que ninguém me entender
Sabendo que na manhã seguinte nada mais me aborrecerá.
Pois te amo e sei que pra sempre comigo estará.

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